O Governo português, atualmente liderado por Luís Montenegro, quer entregar a totalidade da companhia aérea TAP Air Portugal na reprivatização da mesma, mas quer dialogar com a oposição, que quer que o país mantenha uma ‘palavra a dizer’.
De acordo com a imprensa portuguesa, o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, não confirmou que essa ‘palavra a dizer’ que a oposição defende resulte numa venda de 49% da TAP, como foi adiantado pelo Bloomberg.
O processo de reprivatização da TAP, preparado pelo Governo anterior, está previsto que comece em Março e há cerca de 12 interessados na companhia aérea portuguesa, que é a companhia europeia com maior quota de mercado em voos entre a Europa e o Brasil, e que recentemente “ transportou pela primeira vez num ano dois milhões de passageiros entre o Brasil e Portugal.
De entre os interessados, os grupos Lufthansa, Air France-KLM e IAG são os principais candidatos à aquisição da companhia.
Numa óptica de “é melhor avançar do que ficar tudo na mesma”, como se só houvesse duas opções possíveis, Miguel Pinto Luz, foi citado pela imprensa portuguesa a denegrir o ‘produto’ que quer vender, ao afirmar que “a prioridade é que a TAP deixe de ser uma coutada do Estado, tem de haver independência total gestionária e não termos de fazer mais injecções de capital”. Fonte: Presstur
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